quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Clipping

























Assim como nos anos anteriores, Kimi Raikkonen foi mais uma vez confirmado
na Ferrari.

Último campeão vermelho.

Não se pode criticar sua tocada.

Pois a pole position em Mônaco coloca todos os argumentos dos que não gostam
da condução do finlandês no lixo.

Raikkonen permanece por não haver um substituto claro entre os novos.

Destaques estão sob contrato.

E Romain Grosjean ou Sergio Perez seria trocar seis por meia dúzia.

Sem falar nos riscos do imprevisível.

Decisão compreensível.

Também Ficam

Stoffel Vandoorne na McLaren e o projetista James Key da Toro Rosso.

Um poderia ficar sem lugar.

E o outro se mudar para a Williams.

Ferrari

Há otimismo e cautela em Maranello para o restante do campeonato.

Existe a previsão de melhorias para a Bélgica e Itália.

(claro que a Mercedes também não vai ficar parada)

A razão indica que não se pode confiar em vitórias.

Sebastian Vettel trabalhará na diminuição dos danos.

Chegar em segundo em Spa Francorchamps e em Monza seria ótimo.

Olhando as circunstâncias.

Mercedes

Lewis Hamilton devolveu a posição para Valtteri Bottas na Hungria.

Nas entrelinhas fica claro que a confiança do time prateado é enorme.

Nas contas (deles), o campeonato é do inglês.

Comparação

Na Haas.

Grosjean quase sempre se qualifica melhor.

Entretanto a quantidade de posições ganhas por Kevin Magnussen a cada
largada chama atenção.

Na Renault.

Jolyon Palmer tem sido em média pouco mais de um segundo mais lento
que Nico Hulkenberg no sábado.

A equipe diz que ainda vai analisar derradeira parte do ano para decidir se
Palmer fica ou não em 2018.

Conversa.

Só um incentivo para ver se o piloto consegue alguns pontos para melhorar
a situação dos franceses no mundial de construtores.

Na Sauber.

Interessante.

Pascal Wehrlein aposta na agressividade da borracha para se destacar na
vitrine.

E sobre Marcus Ericsson.

Sua escolha quase sempre recai pelos pneus ultramacios na maioria das vezes.

Vapor

A Aston Martin não deverá estar presente na Fórmula 1 como uma fabricante
de motores.

Halo

A proteção escolhida pela FIA está dando dor de cabeça no paddock.

O motivo é que muitos começaram a desenvolver os bólidos da próxima
temporada apostando no outro modelo.

O tal Escudo.

Assim muitos projetos foram parar no lixo.

O giro dado por Vettel em Silverstone com o Escudo, e sua sensação ruim,
enterraram a ideia por enquanto.

A palavra do alemão tem peso dois.

Olho

Sabe o Nicholas Latifi?

O canadense da F2?

Então.

Minha Opinião

Estão quietos.

Porém a Renault deve ser um excelente lugar para se estar em 2018.

Newey Trabalha

A Red Bull apresentou dois modelos diferentes do RB13 em Hungaroring.

Daniel Ricciardo largou com um carro com uma distância entre eixos maior
do que a máquina utilizada por Max Verstappen.

Na nova configuração, Adrian Newey deixa o desenho mais semelhante ao
da Ferrari.

Sim.

Ainda longe dos longos Force India e Mercedes.

Curioso para ver se as diferenças para efeito de comparação estarão rodando
na Bélgica.

Unidades de Força

A Honda planeja trazer uma nova especificação em Suzuka para seu motor.

A conversa aqui é sobre potência.

Tentando fazer bonito em casa.

O plano é apresentar uma unidade mais poderosa que a da Renault no Japão.

Esperemos.

Spa-Francorchamps

As configurações dos carros para Spa deverão ser mais semelhantes aquelas
utilizadas em Silverstone.

Portanto as Flechas de Prata possuem vantagem.

Entretanto penso que com a evolução da Scuderia Italiana não veremos uma
vantagem tão gritante quanto foi na Inglaterra.

Lembre-se que houve testes nesse meio tempo.

A Red Bull fez uma escolha bem agressiva dos pneus se olharmos para suas
concorrentes.

Mesmo com a evolução não deveria ser páreo para Ferrari e Mercedes  na
Bélgica.

Talvez uma chuva para dar emoção...

Por Fim

No clima.


segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Interrogação

























Existe algo ali.

Uma pergunta.

Esqueça qualquer bobagem dita sobre Sebastian Vettel determinar quem será
seu companheiro de equipe.

Elogiar não é escolher.

Pois quem manda na Scuderia Italiana é Sergio Marchionne.

A tal questão?

As partes já conversaram.

Mas ninguém sabe a decisão.

E só Max Verstappen poderia responder.

Ele trocará a Red Bull pela Ferrari para a temporada de 2019 ou não?

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Caminho do Sol Nascente























A F3000 japonesa.

Início dos anos 90.

Uma galera conhecida.

Nas imagens acima, além de dois pilotos brasileiros, aparecem Eddie Irvine,
Mika Salo e Johnny Herbert.

Identificou a turma toda?

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Calder Park
























Raras imagens.

E aí?

Quem seria o piloto do carro verde número 9?

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Fadiga



O campeão da temporada de 1961.

O americano Phil Hill (nenhum parentesco com Graham Hill) apreciava
as pistas.

Os desafios dos traçados.

Não ligava para o circo que estava no entorno.

Seu prazer era pilotar em alta velocidade.

De preferência sozinho.

Numa pista que não estivesse suja de óleo.

Sem ninguém ao lado para atrapalhar.

A competição fazia mal.

A mudança em sua personalidade foi uma prova disso

Após sete anos na Fórmula 1 ele se tornou um sujeito desconfiado.

Nervoso.

Egoísta.

A luta era tão intensa que não existia espaço para fazer amigos.

Só havia adversários.

E um era especial.

Enzo Ferrari.

O Commendatore sempre amou aqueles que corriam riscos.

Os devotos da Scuderia Italiana.

Pilotos como Tazio Nuvolari, Gilles Villeneuve.

Hill não era assim.

Mesmo tendo vencido três vezes as 24 horas de Le Mans.

E sido campeão na Fórmula 1.

Todos os feitos a bordo de uma Ferrari.

De nada adiantou.

O coração de Enzo não se movia em favor do ianque.

"Não era seu tipo de piloto.

Ví muitos morrerem defendendo a Scuderia.

Ele amava os intrépidos, mas eu não queria ser mais um dos seus cordeiros
sacrificados."

Certa vez, em 1967, ele foi aos Estados Unidos durante o inverno.

Como fazia sempre.

Porém, diferente das outras vezes, nunca mais retornou à Fórmula 1.

Não havia mais vontade.

Parece que as corridas, e tudo que acontecia ao seu redor, haviam dizimado
o piloto.

O sentimento.

"Esperava outra coisa.

Lá dentro você só quer vencer.

Não pensa em mais nada..."

Lembrei da Bíblia.

"Pois, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?"


segunda-feira, 14 de agosto de 2017

domingo, 13 de agosto de 2017

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Thundercats



Monarch era um leão bem alegre e esperto.

O felino pulou pela primeira vez para um carro com 3 semanas
de vida.

Quem contou como tudo começou foi o Destemido Egbert.

Seu dono.

A reportagem do jornal data de 1931.

Egbert era um showman.

Um britânico que arriscava sua vida nos Silodromes.

Um muro da morte.

 A versão pocket dos motordromes americanos.

Alguns já até viraram posts aqui no Blog.

Playa del Rey, Saint Louis, Legion Ascot.

Como a matéria prima era madeira, todos praticamente desapareceram
após a Segunda Guerra Mundial.

Porém logo surgiu uma versão para parques de diversão.

O tal Silodrome.

O nome vem do formato parecido com um silo de armazenagem
de grãos.

Na verdade apenas retiraram as retas dos antigos motordromes.

Eram baldes gigantes de madeira.

Numa versão bem compacta para facilitar o transporte que a vida
circense exigia.

Dentro da coisa motos e carros giravam para delírio do público
que assistia a tudo de cima.

Uma festa regada a algodão doce e pipoca.

A cada ano os espetáculos ficavam mais ousados.

É justamente nesta parte da história que entraram os leões.

Egbert adaptou o seu carro para que seu leão participasse do show.

Monarch não usava qualquer tipo de cinto.

Um repórter do Yorkshire Evening Post foi ver algumas apresentações.

E notou as atitudes curiosas do grande gato.

"Todas as vezes em que sua jaula era aberta ele ia imediatamente para
sua posição ao lado do piloto.

Caso Egbert demorasse a dar a partida, Monarch logo soltava um rugido
para demonstrar sua impaciência.

Se parasse o carro cedo demais, durante o número, o leão africano não
descia do veículo.

O felino também ficava entediado com tantos giros.

Egbert sabia a hora de parar, pois a cabeça de Monarch ia se aproximando
de seu rosto..."

Havia variações do número em outros parques.

Alguns usavam Sidecars.

Isso mesmo.

Leões de moto!

Outros soltavam o leão no Silodrome para caçar as motos que
giravam ao seu redor na horizontal.

Felizmente, apesar das tentativas, não há registro que alguma moto
tenha sido alcançada.

A festa acabou em 1964.

Quando um outro leão chamado King revidou uma provocação.

Um bêbado maluco colocou a mão dentro de sua jaula.

Para salvar o sujeito a polícia atirou e matou o animal.

King era o último leão de sua espécie.

Aquela que não tinha medo da velocidade.


Propaganda







































A FIAT contando vantagem.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Nebelmeister





















Nurburgring.

1936.

O tempo não estava bom na Alemanha.

A largada se deu em pista molhada.

Estavam todos lá.

As lendas.

Rudolf Caracciola, Stuck, Bernd Rosemeyer e Tazio Nuvolari..

Mais de 300.000 pessoas foram ver seus heróis ao vivo.

Especialista em pisos escorregadios, Caracciola pulou na frente na primeira
volta da prova quando os bólidos passavam pelo Karussell.

Entretanto veio a infelicidade.

Poucas voltas depois o motor de sua Mercedes falhou.

Tazio Nuvolari (com sua Ferrari - Alfa Romeo) tomou a ponta.

As condições foram piorando.

Neblina.

Que foi ficando mais densa a cada volta.

Ninguém via nada direito.

Parecia que tudo conspirava contra Nuvolari.

Pois naquelas circunstâncias, Rosemeyer foi se aproximando.

Em frente ao seu público a Auto Union de Bernd surgiu do nada liderando
a prova.

Delírio da torcida.

E como um raio desapareceu novamente no nevoeiro.

Os pilotos só conseguiam enxergar até 30 metros a sua frente.

Nuvolari ainda tentou acompanhar Rosemeyer.

Fez de tudo.

Impossível.

O piloto alemão não diminuía o ritmo.

E começou a abrir cerca de 30 segundos por volta para o italiano.

Todos ficaram  abismados

Rosemeyer cruzou a linha de chegada com mais de 2 minutos de diferença!

Impressionante.

Uma vitória histórica.

Um assombro de pilotagem em uma situação tão adversa.

O texto pode parecer até exagerado.

Cheio de licenças poéticas.

Ainda bem que existe a prova em vídeo!