sexta-feira, 14 de julho de 2017

A Força da Unidade
















































O tema é motor.

Primeiro a Sauber.

O time suíço parece ter entendido que não existem muitos cockpits
disponíveis no grid.

E quase sempre quando algo é raro acaba se tornando valioso.

Ferrari, Honda e Mercedes procuram espaço para suas esperanças
mais jovens.

Alguns nomes?

Esteban Ocon, Pascal Wehrlein, Antonio Giovanazzi, Charles Leclerc
e Nobuharu Matsushita.

Olhando o mercado, a Sauber resolveu ouvir propostas.

E por isso seu acerto com a Honda esfriou.

A McLaren tem um contrato com os japoneses.

Um acordo tão bom, financeiramente falando, que permite que
a equipe nem precise de um patrocinador master.

Ainda acredito que em algum momento a boa performance virá.

Há capacidade e dinheiro suficiente para isso.

Romper uma parceria como essa seria uma lástima apesar dos
resultados até aqui.

A razão?

Ser um time de fábrica é o mais importante hoje na categoria máxima
do automobilismo.

A Red Bull está louca por uma unidade de força só sua.

As cabeças de Milton Keynes sabem que sem isso não haverá vitórias
no futuro.

Uma notícia é que a Honda decidirá nas últimas provas de 2017 se vai
permanecer ou não na Fórmula 1.

O comando da categoria (Liberty) não quer perder tal marca.

Seria um sinal muito ruim para outras fabricantes que estudam uma
entrada após 2020.

Aqui a conversa se move para a Porsche.

A Volkswagen entendeu que o Endurance não dá mídia.

E depois de cansar de vencer nas 24 horas de Le Mans as únicas coisas
novas que podem vir são a mesmice ou a derrota.

Participando de todas as reuniões que definirão como será a unidade
de força da F1 a partir de 2021, a Porsche vai nas próximas semanas
resolver seu futuro.

Endurance, Fórmula E ou Fórmula 1.

Sendo que a opção de mesclar a Fórmula E com uma das outras duas
deve também está sobre a mesa.

A favor da F1 pesa o fato do motor híbrido ser bem conhecido pelos
engenheiros da Porsche.

Fornecer unidades para a categoria não seria algo tão difícil.

Nem encontrar clientes.

As peças no tabuleiro estão se movendo.

Provável entrada da Porsche.

Caminhos da Honda.

Sauber e McLaren (Unidades da Renault) especulando seus destinos.

E tudo acaba atingindo o mercado de pilotos.

Os próximos dias serão importantes.


5 comentários:

Anônimo disse...

Problema que na pontuação pra Super Licença da FIA até agora o Nobuharu Matsushita só tem 3 pontos, teria que ser no mínimo vice da GP2, por hora está em 6º ou 7º. Veremos o desempenho dele até o fim de ano. Aproveitando, vc sabe onde posso encontrar uma lista atualizada dos pilotos com pontuação para Super Licença?

Cristiano Buratto

Fernando Mayer disse...

Bom dia!

Não adianta. A F1 sempre será a maior vitrine, independente do que se quer expor. Fabricantes, serviços... É a maior categoria em nível mundial e não há nada que se aproxime disso. Por isso que concordo plenamente com você quando diz que quando uma equipe está no topo em outro certame, ou ela permanece na mesmice ou tem sua credibilidade colocada em dúvida por ser superada cedo ou tarde. Dito isso, penso que a Porsche (leia-se Volkswagen) tem mais é que mergulhar de cabeça em um projeto no nível da F1 para medir forças com as outras marcas, seja como fornecedora ou equipe principal. Agora do ponto de vista esportivo, isso é melhor ainda, já que teríamos mais uma marca mítica e histórica dividindo freadas com Ferrari, Mercedes, Renault, Honda. Aí já é um depoimento que é baseado muito mais em torcida do que em realidade. Assim como torço também para que essa parceria, que até o momento se mostrou mal fadada entre McLaren e Honda, dê certo. Tais marcas são importantes demais para estarem na posição em que se encontram. Chega a dar pena.

Abraços

Gustavo Siqueira disse...

Cartaz da corrida em Silverstone com a Renault do Hülkenberg em destaque. Palmer tá sem moral até em seu país.

dvdbraz disse...

kro Corradi!

Eu acredito que a Mclaren e Honda continuarão unidas e, creio que a Porsche se juntará a Red Bull. Creio que a Sauber fechará com a Honda pra ser uma espécie de satélite da montadora. É como você disse: é imprescindível que se algum time aspira ser campeã, precisa esta associada a uma montadora.

Daniel Chagas disse...

Pode parecer um absurdo o que vou escrever, porém a melhor escolha para a Mclaren é apostar as fichas na Honda até 2020 e enquanto isso flertar com montadoras como a porsche ou qualquer outra que tenha interesse em entrar na F1 a partir de 2021. A Mclaren pode virar uma williams dependendo de sua escolha agora,pois já não tem muitos patrocínios e se virar equipe cliente acho que seria um desastre definitivo para a equipe.